Modelo de domínio
A plataforma separa configuração, execução, contexto e governança para que agents possam operar com estado sem perder controle operacional.
#As primitivas
| Primitiva | Responsabilidade | Decisão de design |
|---|---|---|
| Organization | Dono administrativo: membros, billing, API keys e políticas globais. | Representa a empresa cliente. |
| Project | Isolamento de produto, equipe ou cliente final. | Recursos de execução pertencem a um projeto. |
| Agent | Configuração versionada de comportamento. | Mudanças criam novas versões. |
| Session | Execução stateful de uma tarefa. | A session fixa a versão do agent no início. |
| Event log | Linha do tempo append-only da session. | Histórico e stream usam a mesma fonte. |
| Bindings | Recursos autorizados para a session. | Montar um recurso é conceder acesso a ele. |
#Configuração não é execução
Um agent descreve o que o modelo pode fazer: instruções, tools, servidores MCP, skills e permissões. Uma session é uma execução concreta desse agent com estado, eventos e recursos montados.
Essa separação permite:
- reutilizar o mesmo agent em milhares de sessions;
- auditar exatamente qual versão respondeu a cada usuário;
- publicar mudanças sem alterar execuções em andamento;
- isolar contexto e credenciais por tarefa.
#Recursos conectáveis
Agents não recebem acesso global a tudo. O acesso acontece por configuração e por bindings:
- Tools dão capacidades de ação.
- MCP conecta ferramentas externas com namespace próprio.
- Memory stores fornecem contexto persistente.
- Vaults fornecem credenciais de forma controlada.
- Skills fornecem procedimentos e conhecimento operacional.